Giro pelo Pará • 19/06/2026 às 02:10
Em estudos da historiografia paraense, têm-se encontrado indícios da formação de vários quilombos no Baixo Tocantins. Alguns foram destruídos, enquanto outros jamais foram descobertos. Os quilombolas, quando ameaçados pela reescravidão e pela busca por sobrevivência, adentravam matas, rios e igarapés. No interior da floresta, reproduziam novos mocambos, como ocorreu no Distrito de Juaba (Cametá), em Mocajuba e em Baião. No distrito de Juaba, às margens do igarapé Itapocu, formou-se, na segunda metade do século XVIII, o quilombo do Mola (ou Itapocu), um dos mais importantes focos de resistência negra da região.
Entrevista • 21/05/2026 às 23:41
Atualmente, como profissional na área da educação, está vinculado à prefeitura de Belém, como professor e pelo estado como técnico educacional, com 29 anos de trabalho.
Iniciou seus estudos na extinta escola Padre Anchieta, em seguida na escola Benedito Bezerra Falcão, sendo aluno da primeira turma da escola em 1976, escolas estas históricas em Marituba.
Artigos • 20/05/2026 às 23:23
Em 10 de julho do mesmo ano, uma missa inaugurava o “Recolhimento das Educandas”. Arthur Vianna registra que o primeiro auxílio do governo ao Recolhimento das Educandas aconteceu em 1824 e foi concedido por D. Pedro I, mas a pouca verba disponível e o fim restrito de educar meninas gentias limitavam a instituição.
Em 1839, não se encontravam no asilo nenhuma das índias trazidas por D. Manoel de A. Carvalho, o abrigo contava para sua administração com uma regente e mestra, três serventes e três escravas, que cuidavam de seis educandas pobres e sete pensionistas, estas pagavam 25$000 réis anuais pelas suas subsistências e instrução.
Crônicas • 20/05/2026 às 01:46
Os registros atribuem a Francisco Coelho o nome da localidade que viria a ser a sede do município de Marabá. Ele teria instalado no local uma casa comercial – "Casa Marabá" – cujo nome era uma homenagem ao poeta Gonçalves Dias. O nome do ponto comercial paulatinamente passou a designar a pequena vila que se formou na confluência do rio Itacaiunas.
Crônicas • 03/05/2026 às 20:49
O município de Augusto Corrêa está localizado no Estado do Pará, conta com uma área territorial de 1.099,619 km², o que corresponde a 0,09% da área total do território paraense. Pertence a região de integração rio Caeté e segundo a divisão geográfica regional, elaborada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o município está inserido na mesorregião do Nordeste Paraense e microrregião Bragantina.